A lot has been written already about the history of virtual worlds, but most texts usually focus heavily on MMORPGs. One would need a very big book to tell this story in details, so this article was done as a general timeline of what was going on, the key names and where you can get more info.

Hope you find it an interesting read. :)

PART I — The first virtual worlds

Back in the 60s & early 70s, we didn’t have home computers. We just had a bunch of massive computers stored inside universities and large companies. …


If you were interested in learning about movies, music, poetry or any art form from China, you could easily find hundreds of books, articles, documentaries, essays and videos on the subject.

Sadly, if you’re interested in Chinese video games, the story is quite different. For all its love of epic adventures, the English-speaking video game world has a critical lack of interest in anything outside its comfort zone. It lives in a bubble, still acting as if consoles were the biggest platform, Call of Duty was the biggest game and US, Europe & Japan were the only *real* game markets.


NETFLIX just released High Score, a six-episode series about the history of video games. It’s a great-looking series, with an amazing level of access to historical icons and their personal archives. But, like most works on the subject, it’s nostalgic and celebratory. Blindly so.

In works like these, the only bad thing video games ever did was the 1983 Crash. Any other criticism was just silly old people saying silly things like “D&D is satanic”. …


Computer RPG history is poorly kept in the West, the stories told rarely goes beyond “Richard Garriott made Akalabeth — and there was much rejoice”.

And that’s with everyone speaking English, developers still being around, many books on the subject (including mine!), and impressive preservation efforts like emulators, the Internet Archive and Cyber1.

But if you ask about Japanese RPG history, things are even worse.

Few care about pre-Famicon/NES Japanese computers, emulation is difficult, the language barrier is overwhelming, trusty sources are rare and companies like Koei have little interest in the crude titles of their youth.

As such, the…


A look at 11 great video game dungeons

First of all, what is a dungeon?

I don’t want to dwell much on this, so I’ll just use D&D’s definition from the 3rd Edition Dungeon Master Guide:

I like that, and it works well for both tabletop RPGs and computer & console RPGs (which I’ll hereby just call “CRPGs”). But what’s a good dungeon?

It may sound obvious, but a good dungeon in a CRPG must fit its game. For example, I enjoy the massive spaghetti-from-hell dungeons of Daggerfall:


Nos anos 80 e início dos anos 90, jogos de computador eram vendidos em fitas cassetes ou disquetes de no máximo 1.44 megabytes. Como era possível então que jogos tivessem várias músicas, se um único MP3 ocupa vários megabytes?

O jeito era usar arquivos MIDI: enquanto um arquivo MP3 contém gravações de músicos tocando instrumentos reais, o MIDI é uma “partitura digital”, que o computador lê e reproduz usando um banco de instrumentos eletrônicos.

Os primeiros computadores possuíam sons péssimos, criados através do PC Speaker — auto-falantes monofônicos localizados dentro do computador, que que serviam pra informar o status da…


Parte do trabalho em escrever meu livro sobre a História dos CRPGs foi pesquisar sobre a história dos video games — o que foi um grande desafio.
Não só por que é uma história longa e complexa,mas devido ao fato que a maioria dos livros e trabalhos se foca quase exclusivamente em consoles.

É algo compreensível. Consoles são mais populares, são divididos em oito gerações fáceis de explicar e todo mundo viu um Atari, Nintendinho, etc... Mas quantos já viram um Commodore Amiga, Atari ST ou ZX Spectrum, ou sabem explicar o que é um IBM PC Clone ou uma…


Infelizmente, a história dos video games é pouco valorizada.

Já falei muito sobre isso em muitos lugares, mas é triste como tem gente que é GAMER HARDCORE e tals, passa o dia em forum ou vendo stream, mas não tem curiosidade em ver como era Fallout antes do 3, Elder Scrolls antes de Oblivion… imagina então jogar um clássico dos anos 80 como Wizardry, ou pesquisar sobre a importância de Ultima*.

*Você pode ler mais sobre esses dois jogos e a origem dos RPGs aqui.

E isso com a internet deixando tudo acessível, criadores dando entrevistas, fãs traduzindo, jogos vendidos…


RPGs são um dos gêneros mais populares e amados no mundo dos games — entre Fallout, Mass Effect, The Witcher, Final Fantasy, Dragon Age e centenas de outros, todos tem um RPG favorito.

Mas o quanto você sabe sobre a origem dos RPGs?

Infelizmente no Brasil tivemos a Política Nacional de Informática, a infame “reserva de mercado” implementada pela ditadura em 1984, que proibia a importação de computadores. Assim, os brasileiros só podiam comprar computadores nacionais, que eram cópias piratas dos americanos e europeus, e não tinham acesso a software ou jogos.

Esta reserva de mercado acabou em Outubro de…


O Brasil é um país pobre, em crise, batendo recorde de desemprego.

Um Nintendo Switch aqui custa mais de dois salários mínimos.

Éramos um país dominado por consoles nos anos 90 e 2000, no auge da pirataria e do CD de “Campeonato Brasileiro” para Playstation 1 por 5 reais. Mas fatores como o alto preço dos consoles novos, a dificuldade em pirateá-los, a crise, os smartphones, os jogos free-to-play e o barateamento dos PCs mudaram radicalmente esse cenário.

Hoje somos o país do League of Legends, CS, dos jogos free-to-play, mobile, etc. …

Felipe Pepe

Brazilian living in Japan, Marketing dude and Gaming History enthusiast. Creator of The CRPG Book: https://crpgbook.wordpress.com/

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